Pular para o conteúdo

Deus busca a fidelidade – [ S. Luis M. G. de Montfort ]

26/01/2015

GRANDE Deus, desde que vos sirvo e que quero ser fiel, o homem e quase todo o universo fazem-me uma guerra cruel. Apressai-vos, dai-me a mão para vencer o respeito humano. Eu não posso definir teu nome – respeito humano, maldito gênero, ó grande favorito do demônio para maldizer a penitência, ó grande inimigo das virtudes onde os mais fortes são abatidos. Eu não posso exprimir os males que esse respeito pelos homens causa. Os mais sábios, os mais devotos, e quase todos, enquanto o somos, sentimos a malignidade desse monstro de iniquidade. Ó que injúria ao Criador o temer mais sua criatura, o respeitar menos sua grandeza do que a um verme da terra que murmura, e de preferir um verdadeiro nada a este único e soberano Bem ! Deus busca a fidelidade. A toda coisa, Ele a prefere. Ele concede à sua firmeza aquilo que ele normalmente recusa. É apenas aos devotos provados que Ele concede dons muito elevados.

                                                 *     *     *

1. GRAND Dieu, depuis que je vous sers et que je veux être fidèle l’homme et quasi tout l’univers me fait une guerre cruelle. Hâtez-vous, prêtez-moi la main pour vaincre le respect humain. (…) 4. Je ne puis définir ton nom, respect humain, maudite engeance, de mal, O grand favori du démon pour décrier la pénitence, o grand ennemi des vertus dont les plus forts sont abattus. (…) 6. Je ne puis exprimer le maux que fait  ce respect pour les hommes. Les plus savant, le plus dévots, et presque tous, tant que nous sommes, ressentons la malignité de ce monstre d’iniquité. (…)  7. O quelle injure au Créateur de craindre plus sa créature, de respecter moins sa grandeur q’un ver de terre qui murmure, et de préférer um vrai rien a ce seul et souverain bien!  21. Dieu cherche la fidélité, a toute chose il la préfère , Il acorde à sa fermeté ce qu’il refuse à l’ordinaire. Ce n’est qu’aux aux dévots éprouvés qu’il fait de dons très élevés.

(Oeuvres complètes de saint Louis-Marie Grignion de Montfort, 1966, Éditions du Seuil, p. 1164, canção 34, “Le respect humain”).

Comentários encerrados.